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Jorge Andrade e Rui Águas: Defender as cores da nação

7 de Setembro de 2018

O que significa jogar pela seleção? Pode parecer uma pergunta simples, mas é muito mais do que vestir uma camisola e calçar umas chuteiras. Para os ex-jogadores Jorge Andrade e Rui Águas significa rematar, fintar e defender o país, o hino e a bandeira até ao último minuto do prolongamento.

Dos arrepios aos gritos, dos cânticos às lágrimas, passando pelo nervosismo dentro e fora de campo, ninguém fica indiferente aos jogos de Portugal. O verde e vermelho da bandeira não mentem e representam o suor e paixão de jogar ao serviço da seleção nacional. Rui Águas e Jorge Andrade, ex-jogadores de gerações diferentes, sabem-no melhor do que ninguém.

Rui Águas, de 58 anos, fez parte do elenco da seleção portuguesa de Futebol, no Campeonato do Mundo de 1986. Jorge Andrade, atualmente com 40 anos, serviu a seleção portuguesa no Campeonato do Mundo de 2002 e esteve em campo na fatídica final em que fomos derrotados pelos gregos no Euro 2004.

A seleção tem a responsabilidade de defender o título europeu

Jorge Andrade, antigo defesa Seleção Nacional

Nunca se chegaram a cruzar nos relvados, mas ambos defenderam as cores da nação dentro das quatro linhas. Conhecem de cor a ansiedade antes de entrar em campo. Sabem o peso do emblema que carregaram ao peito. E não esquecem a responsabilidade de quem entra em campo para defender o país.

“Representar o país inteiro, as pessoas, os adeptos, a bandeira, o hino é algo que tem uma carga muito diferente. Muito mais simbólica e muito mais especial [do que representar um clube]”, explica Rui Águas em entrevista à Equipa da Casa.

Pelos olhos de quem já pendurou as chuteiras, as memórias são muitas e o orgulho é imenso. No início do percurso para o próximo Euro 2020 e paragem para os jogos da seleção, as atenções estão voltadas para a equipa que vai servir o país dentro do campo e que tem agora uma responsabilidade redobrada. “Com o aproximar do sorteio, a seleção tem a responsabilidade de defender o título europeu”, remata Jorge Andrade.

A oportunidade perfeita para a equipa das quinas provar que um campeão europeu pode ter sorte, mas tem, sobretudo, todo o mérito em sê-lo.


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